day & taxi |out
Sábado, Março 24th, 2007
DAY & TAXI é um projecto musical originário da Suíça e liderado pelo saxofonista alto e soprano Christoph Gallio. O grupo tem vindo a apurar procedimentos desde o final da década de 80, com entradas e saídas de pessoal. Nasceu como quarteto em 1988, com Christoph Gallio e Urs Blöchlinger (saxofones), Lindsay L. Cooper (contrabaixo) e Dieter Ulrich (bateria), mas entretanto, de quadrado passou a triângulo, com voz única de saxofone alto e soprano num dos vértices, preenchidos os outros dois pelo contrabaixista Christian Weber e pelo baterista Michael Griener. Em 2001, Gallio reformulou o Day & Taxi, que se tem mantido estável desde então, com o contrabaixista Daniel Studer, e o baterista Marco Käppelli.
Hits / Stills é a mais recente edição da e
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Gravação de 1997 do saxofonista tenor Billy Harper, com Francesca Tanksley, piano; Eddie Henderson, trompete (em três temas); Clarence Seay, contrabaixo; e Newman Taylor Baker bateria. If Our Hearts Could Only See apanha Billy Harper no Japão, a gravar para a 

Há quanto tempo não me reencontrava eu com o Evangelho dos Blues segundo S. Coltrane ? Já não sei dizer, mas soma anos. Gémeo de My Favorite Things, isto é, nascido da mesma sessão de Outubro de 1960, publicada em 1962. Coltrane Plays The Blues, marca também a epifania do que ficou conhecido como classic quartet de John Coltrane, com McCoy Tyner, recém-chegado a bordo, Steve Davis, que viria dentro em breve a ser substituído por Jimmy Garrison, e o novato Elvin Jones cheio de gás, o que lhe mereceu do líder a dedicatória do primeiro tema do disco. Havia líderes simpáticos… e cheios de vontade de trabalhar. Grupo novo, editora nova, ideias novas, tudo novo, a pedir estrada e andamento. Que mais precisava J. Coltrane? De tempo.
Coltrane and the boys estão totalmente à vontade nesta linguagem dos 12-bar blues. Pudera, foi nos blues que lhes nasceram os dentes e é deles que lhes vem a força para morder da maneira que se conheceu antes, durante e depois. A recente reedição do clássico da Atlantic Records (
Sou grande admirador do trabalho do saxofonista Ivo Perelman, que desde há uns anos tem vindo a combinar luz e som nas telas e nos discos, enquanto manifestações exteriores de uma mesma energia que lhe vem de dentro. “As minhas mãos ouvem música enquanto pintam formas dançantes, cores que cantam, ritmos vivos que se desenvolvem. Sinfonia de linhas e curvas, som de tudo o que vejo, imagens das harmonias que ouço”, diz Perelman a propósito da mais recente edição da Cadence Jazz Records (1198), Soul Calling, disco em duo com o contrabaixista Dominic Duval, um live in studio gravado em Nova Iorque no ano 2000.
Love Me Two Times, CD duplo de Jason Lescalleet, artista sonoro da áera da electrónica, noise, e composição contemporânea, com o duo bostoniano nmperign, de 
















